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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA CONTEMPLOU PLEITOS DEFENDIDOS PELO VER. PAULO FRANGE - QUE PRESIDIU MUITAS DAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS



O Secretário do Desenvolvimento Urbano, Fernando de Mello e Franco, em entrevista à Folha de S. Paulo, do dia 31/julho/2014, afirmou que a Cidade terá mais recursos a partir da arrecadação relativa à Operação Urbana Água Branca. Disse ele que 25% do arrecadado serão destinados à construção de habitação de interesse social (HIS), ou seja, casas populares e refazimento de favelas na área da Operação Água Branca (OUAB) Expandida, que inclui Freguesia do Ó, Pirituba e Limão, além da própria Água Branca.

Essa Operação atualizou e substituiu a primeira OUAB, que é criticada pelo vereador Paulo Frange, pois adensou a região da Pompéia, sem aplicar os recursos devidamente nem em viário, nem em obras contra enchente e nem em HIS – por má administração dos recursos na gestão passada. A atual gestão municipal já constrói emissário subterrâneo das águas de córrego causador de enchentes na Rua Turiaçu/ Av. Pompéia.

O Vereador Paulo Frange, morador da região da Operação Urbana, diz que, desta vez, a Operação Urbana garantirá a construção das moradias populares previstas, de fato, já que conseguiu incluir na Lei a garantia de que os recursos da Habitação sejam depositados em conta separada e específica. Outra vitória pessoal de Frange foi a inclusão na Lei a construção da Ponte Pirituba-Lapa dentro da área que receberá os benefícios viários da Operação.

-“A estimativa é que a Operação Água Branca arrecade R$3 bilhões, ou seja, 25% desse total dá R$750 milhões, destinados para a Habitação. É uma política de inclusão” – afirmou Mello e Franco à Folha de S. Paulo já citada.

Os recursos desta Operação incluem a melhoria de favelas dos dois lados do Tietê e a construção da Ponte de Pirituba – que já tem pré-projeto sendo elaborado. Os recursos virão da venda de Certificado (Cepac) na Bolsa de Valores, processo ainda não iniciado e que depende de trâmite burocrático da Bovespa.

O QUE É CEPAC

O Cepac é um instrumento de captação de recursos para financiar obras públicas. O investidor interessado compra, do poder municipal, o direito de construir além dos limites normais em áreas que receberão ampliação da infraestrutura urbana.


A emissão de Cepacs é regulada e fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e esses títulos são negociados no mercado secundário pela BM&FBovespa.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

VER. PAULO FRANGE EXPLICA BENEFÍCIOS DA OP. URBANA ÁGUA BRANCA

Vereador Paulo Frange durante ato de assinatura da sanção da Lei

ATO DE ASSINATURA DA SANÇÃO DA LEI DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA, NA SEDE DA CET, ÁGUA BRANCA


O vereador Paulo Frange, Líder do PTB na Câmara, discursou em nome dos vereadores presentes, nesta segunda-feira, dia 6/nov.2013, no ato de assinatura e sanção pelo prefeito Fernando Haddad da Lei da Operação Consorciada Água Branca – Expandida, em evento ocorrido na sede da CET, na Água Branca.



Frange afirmou que a Lei é um ganho para a sociedade, principalmente quanto à moradia: foram destinados 22% dos recursos para esse fim, enquanto que, em outras Operações, o máximo conseguido foi 10%. 
A inclusão da construção da Ponte de Pirituba foi outra conquista importante ressaltou, entre outros aspectos. Agora a Prefeitura tem todos os instrumentos para construir a sonha Ponte de Pirituba. 

Foi uma vitória de todos os que reivindicaram e lutaram por ela, em especial o Movimento Ponte de Pirituba Já.


PRINCIPAIS PONTOS DO DISCURSO DO VEREADOR PAULO FRANGE.



Frange afirmou que a Lei é um ganho para a sociedade, principalmente quanto à moradia: foram destinados 22% dos recursos para esse fim, enquanto que, em outras Operações, o máximo conseguido foi 10%. 



- Com a Lei quem ganhou foi a sociedade: serão 5 mil HIS – Habitação de Interesse Social a serem construídas, e mais 620 casas populares devidas pela Operação anterior.



- A região ganhará um novo sistema viário, com túnel sob a ferrovia, ligando as duas pontas da área da Operação, entre Barra Funda e Av. Santa Marina.



- Houve preocupação com inundações, por ser área de várzea. A Lei prevê a necessidade de as construções terem reservatórios (piscininhas subterrâneas).



- Os recursos estarão em três contas separadas: a primeira com recursos da Operação Água Branca (R$600 milhões, em caixa) anterior; a segunda com os 22% dos recursos da Operação Expandida, para a construção de moradias populares; e a terceira com o restante dos recursos para as demais obras.



- E a Operação já está andando, com o início da obra de construção do túnel que vai ligar os córregos que causam enchentes, na área da Turiaçu, diretamente ao fundo do Rio Tietê.



- A Lei que resultou da audiências públicas mostrou uma vitória do bom senso, com a participação massiva da sociedade organizada nas audiências públicas e a atuação quase consensual dos vereadores da Comissão de Política Urbana, que absorveram e incluíra 80% das sugestões populares na Lei..



- A área da Operação não terá fios aparentes, ou seja, a fiação será totalmente aterrada. 



- O novo sistema viário terá único sentido, o Norte-Sul; as calçadas serão largas, com prioridade ao pedestre e bicicleta, além da previsão de construção de parques e alamedas.



- Está prevista a construção de escolas, unidades de saúde e as 630 moradias da primeira Operação, que não foram construídas ainda.



- A Ponte de Pirituba foi um dos maiores ganhos, já que a sua construção tirará 1.700 carros por dia da Ponte do Piqueri, ajudando na integração dos dois lados do Rio Tietê e desafogando o trânsito também da Freguesia do Ó.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

VER. PAULO FRANGE PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA DO PLANO DIRETOR. ESPECIALISTAS SUGEREM MELHORIAS NAS OPERAÇÕES URBANAS

Foto:Luiz França/CMSP

O vereador Paulo Frange participou, na manhã desta terça-feira, dia 5/novembro/2013, da Audiência Temática do Plano Diretor Estratégico que debateu os Instrumentos Urbanísticos - Outorga Onerosa, Operações Consorciadas e Concessão Urbanística.


Arquitetos, urbanistas e a população sinalizaram para a necessidade de melhorias na elaboração do projeto para a realização das Operações Urbanas. Os especialistas discutiram possíveis alterações

De acordo com o urbanista e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP) Cândido Malta, o Plano Diretor não prevê uma combinação entre o Plano de Bairro e a Operação Urbana.

Entre os pontos previstos no Plano Diretor está o adensamento ao longo do sistema estrutural do transporte. Para o vereador Paulo Frange (PTB), essa é uma situação que vai continuar. 


“Temos a outorga onerosa - instrumento que autoriza, mediante pagamento, construções acima do permitido pelo coeficiente básico definido pelo zoneamento – que não será cobrada para atividades comerciais ao longo do Eixo Jacu-Pêssego e Cupecê, e para moradias sim. O objetivo é aproximar as pessoas de seus empregos”, disse.


O secretário de Desenvolvimento Urbano, Fernando de Mello Franco, explicou que uma das formas de garantir o equilíbrio na capital paulista é associar a capacidade de transformação da cidade com a taxa de crescimento.


“A ampliação da infraestrutura do transporte é fundamental e não apenas em ônibus. Mas para construção de metrô e ciclovias e melhorias nas calçadas e vias. Vamos estruturar os eixos estruturantes do sistema metropolitano”, destacou.


Malta ressaltou que considera esse um dos principais erros do projeto. “O cálculo da capacidade de suporte do sistema não está sendo levado em consideração, isso é um problema porque tanto os ônibus quanto os metrôs já estão lotados e se adensar, vamos ter mais gente transitando nessas áreas”, disse.


O vereador Paulo Frange destaca como fundamental essa discussão para o aprimoramento das Operações Urbanas futuras e informou que a participação popular é muito bem-vinda e pode vir através da participação das Audiências Públicas ou pelo site: planodiretor.camara.sp.gov.br.

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Conheça o Projeto de Lei na íntegra.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A VOZ DA CIDADE - Página 4


A VOZ DA CIDADE - Página 3

Leia mais na página 4 : http://paulofrange.blogspot.com.br/2013/10/a-voz-da-cidade-pagina-4.html

A VOZ DA CIDADE - Página 2

Leia mais na página 3: http://paulofrange.blogspot.com.br/2013/10/a-voz-da-cidade-pagina-3.html

A VOZ DA CIDADE - Página 1

Leia mais na página 2: http://paulofrange.blogspot.com.br/2013/10/a-voz-da-cidade-pagina-2.html

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

PONTE DE PIRITUBA NÃO É MAIS PROMESSA. AGORA É LEI !!!

Foto: André Guimarães
A aprovação do projeto de lei, em 8/outubro/2013, que contemplou a construção da Ponte de Pirituba, foi o coroamento da união entre o Movimento “Ponte de Pirituba Já” e o vereador Paulo Frange, Líder do PTB, com a retaguarda do prefeito Fernando Haddad e a aprovação em Plenário de 49 dos 55 vereadores.

Depois de mais de seis meses de amplas discussões chegou-se ao um Projeto muito melhor do que o mandado pelo Executivo. Os 73 artigos, em 23 páginas, com anexos, quadros e plantas, foram dissecados por Frange, que viu a possibilidade de incluir Pirituba como beneficiará dos recursos que serão arrecadados pela Operação Urbana Água Branca Expandida.

Tal possibilidade foi levada ao prefeito por Frange, que também levou o movimento reivindicatório para uma audiência pública com Haddad. Tal encontro foi fundamental para a inclusão de Pirituba no perímetro da Operação e a garantia de recursos para a Ponte.

Cleto Vitor destaca que essa foi uma vitória dos líderes da região Noroeste, mas também, uma vitória de estratégia e experiência do vereador Paulo Frange, que percebeu a oportunidade de incluir a Ponte em um Projeto de Lei que tratava da Água Branca, mas que foi modificado para receber essa que será a mais importante obra para a região. 


- "É uma Vitória do Movimento Ponte Pirituba Já, e dos líderes que participaram dessa maratona. A articulação de Frange e a sensibilidade de Haddad foram fundamentais”. Destacou Cleto.



Outra questão destacada pelo líder de Pirituba: “É importante citar também que não foi uma vitória única. Os Movimentos de Moradia da região conseguiram elevar de 3 mil para 5 mil famílias que serão beneficiadas e receberam o apoio de Frange e dos membros da Comissão de Política Urbana".



- “Incluir a Ponte de Pirituba no Projeto que agora é Lei , foi um jogo bem jogado de Paulo Frange com os líderes da Região Noroeste. O resultado mostra que o pessoal do futebol, vê muito mais que a bola " – disse Cleto Vitor.


“A Ponte de Pirituba não é mais promessa. A Ponte de Pirituba é Lei !!!”. Disse Frange.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

VER. PAULO FRANGE DISCORRE, EM ENTREVISTA À TV CÂMARA, SOBRE PONTOS DIVERGENTES DO PL DA OP. URBANA ÁGUA BRANCA E OS QUE DEFENDE

Foto: André Guimarães

O vereador Paulo Frange, presidiu ontem, dia 7/out.2013, a parte final da Audiência Pública sobre o PL da Operação Urbana Água Branca Expandida e, hoje, foi entrevistado pela TV Câmara sobre o assunto. Além de fazer um resumo da reunião, Frange falou sobre a sua posição em relação aos pontos ainda discrepantes do PL e as posições que defende.


Frange deixou claro que foi favorável ao aumento do valor do CEPAC (Certificados que garante o direito de se construir acima do hoje permitido), de R$700,00 para R$1.400,00, para residências, e de R$800 para R$1.600, para construções comerciais - o que garantiu a duplicação dos recursos para as contrapartidas da Operação.

Sobre os pontos que defende está a criação de três contas para os recursos arrecadados, uma para garantir as 630 casas populares da primeira operação, ainda não construídas; outra para as novas HIS – habitação de interesse social - e mais uma conta para as demais compensações.

Frange defendeu a ampliação do perímetro expandido e a inclusão de Pirituba na Operação, com a construção da Ponte de transposição sobre o Rio Tietê neste bairro, em consonâncias com o movimento popular, do qual foi porta-voz junto ao Prefeito nesta questão.

O vereador se mostrou contra o prolongamento da Av. Auro Soares de Moura Andrade até a Rua Constança, na Lapa, defendeu a manutenção da proposta inicial, que é o prolongamento até a Av. Santa Marina; assim como é contra o aumento do gabarito dos prédios, que passou, pela última proposta do Executivo, de 42 para 80 metros. Defende uma altura média nesta questão.

Sobre a cota do terreno, que sofreu alteração, de 30m2 para 45m2, Frange também se mostrou contra a alteração, pois isso permitirá menor adensamento, o que contraria a proposta da própria Operação, que é adensar essa área. 

Outro ponto discordante diz respeito à permissão de construção de dois subsolos nas edificações. Defende que todas tenham um só subsolo.

O vereador Paulo Frange quer também a obrigatoriedade de que toda a fiação local seja enterrada pelas concessionárias de serviços e é contra a construção das valas técnicas com dinheiro da Operação Urbana.

Sobre a construção de HIS – habitação de interesse social, cujo índice proposto pelo Executivo é de 20%, Frange defendeu que o texto tenha o termo: “no mínimo de 20% do valor arrecadado”. E que seja mantida a construção de 5 mil moradias e não 3 mil como agora.

Por fim, defendeu que os prédios tenham somente uma vaga de garagem como não-computável e não três como é proposto, ou seja, se construir mais vagas, tem de pagar mais CEPACs. Outra defesa que fez: as canalizações devem ser a céu aberto e não fechadas, como proposto pelo Substitutivo do Executivo.

.... Em breve o áudio da entrevista, assim que a TV Câmara liberar.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

VER. PAULO FRANGE PRESIDE AUDIÊNCIA PÚBLICA DA OP. ÁGUA BRANCA

Foto: Cláudia Martins

PAUTA DA REUNIÃO FOI DOMINADA PELO DEBATE SOBRE A INCLUSÃO DA CONSTRUÇÃO DA PONTE DE PIRITUBA COM RECURSOS DESTA OPERAÇÃO.


O vereador Paulo Frange (PTB), vice-presidente da Comissão de Política Urbana, presidiu a audiência pública, no dia 2/out.2013, que aconteceu no Plenário da Câmara Municipal, a primeira depois de terminada a fase da discussão do PL do Executivo com a população e a inclusão na Operação Urbana Água Branca Expandida das propostas populares e as dos vereadores.

O PL 505/12, voltou agora à Câmara depois de ganhar, também, outras proposições do Executivo – uma delas, a que incluiu a construção da Ponte de Pirituba neste projeto, a pedido do “Movimento Ponte de Pirituba Já” – cuja proposta foi intermediada junto ao prefeito Haddad pelo vereador Paulo Frange, que defendeu tal inclusão.
Lideranças de Pirituba marcaram presença na audiência pública, defendendo a inclusão da Ponte, com contestação de algumas lideranças da região da Lapa/ Pompéia, que se colocaram a favor da Ponte, mas não com recursos da Operação Urbana. As lideranças de Pirituba se viram despertadas e, agora, atentas. Entenderam que terão que se mobilizar para conseguir garantir essa conquista. De qualquer forma a questão da Ponte dominou a pauta e os debates.

Ros Maria Zenha, representante do Cades da Zona Oeste, defendeu a não inclusão da Ponte de Pirituba, que na sua opinião deveria ser construída com recursos do Orçamento da Prefeitura ou que o Shopping Tietê Plaza, que se ergue em Pirituba, na Av. Raimundo Pereira de Magalhães, fizesse isso, em contrapartida ao impacto que causará no trânsito local, já totalmente saturado.

Uma defesa contundente da inclusão da Ponte de Pirituba, através do PL da Operação Urbana, foi feita por Erica Chaves, liderança cultural da região de Pirituba. Ela falou da “agonia” de se levar uma hora e meia para ir de Pirituba à Lapa, por causa da falta de acesso. Luiz Peixoto, ex-vereador e morador de Pirituba, foi outra liderança que fez a defesa e até se emocionou ao defender a inclusão da ponte de Pirituba no PL. Ele historiou a destruição da ponte de madeira que existia neste local e nunca mais foi construída.

Outro ex-vereador, José Laurindo também defendeu a inclusão da construção da ponte de Pirituba nesta Operação e disse acreditar num consenso entre os que defendem e os que contestam a inclusão. Ele cumprimentou e elogiou a iniciativa do vereador Paulo Frange de mobilizar a população de Pirituba e na defesa da construção da Ponte, uma reivindicação de mais de 20 anos.

Cleto Vitor, coordenador do "Movimento Pirituba Já" defendeu a inclusão e atacou os que defendem a exclusão: “Os que fazem isso é porque devem morar nos Jardins... E dizer que o Shopping Tietê Plaza, que está sendo construído na Av. Raimundo, deveria pagar a construção da Ponte é não saber nada de custos”, disse Cleto, que acrescentou: “O shopping está sendo cobrado por nós, via Ministério Público, mas para que providenciei contrapartidas e faça o estudo de impacto de vizinha, que não havia sido exigido até então”, completou.

Essa Operação Urbana irá adensar a região entre Água Branca e Barra Funda, entre as linhas de trens e a Marginal Tietê, e venderá o direito de empreendedores construírem prédios acima da altura permitida e, com esses recursos, vendidos em Leilão Público, a Prefeitura deverá providenciar contrapartidas que visem a redução do impacto gerado, entre elas está com a construção de uma avenida entre a Barra Funda e Av. Santa Marina, reurbanização de favelas, construção de moradias populares e melhorias em geral, inclusive nos bairros do outro lado do Tietê.

Pirituba não estava incluída, mas o prefeito Haddad, comovido com manifestação do “Movimento Ponte de Pirituba Já”, em Audiência Pública, recentemente, e com a interferência do vereador Paulo Frange, resolveu incluir a construção da Ponte, daí algumas contestações pelos que defendem o uso dos recursos para uma área mais limitada.

Neimar Ortiz e outros que se manifestaram, lembraram que os moradores à jusante do Rio são também usuários dos serviços e frequentadores e fregueses do comércio da Lapa/ Pompeia e que também serão impactados com a verticalização de região tão próxima.

O vereador Paulo Frange insistiu na inclusão da Ponte de Pirituba, pois o projeto original, de dezembro de 2012, fixava o valor de CEPAC inicial em R$700,00 o m2, para atividade residencial, e o valor foi atualizado para R$R$1.400,00 o m2 – devendo arrecadar cerca de R$4 bilhões no total – “e suportará facilmente o custo desta ponte, que custará em torno de R$200 milhões”. Afirmou.

Frange afirmou ainda que não dá para dividir os bairros e nem delimitar qual o pobre, ou não pobre, será beneficiado pelos recursos, o do lado de cá ou o do lado de lá do Tietê. Ele defendeu que a Ponte seja incluída pelos motivos expostos, entre eles, citou a retirada de mais de 1.700 carros por hora da Ponte do Piqueri, de acesso à Lapa e Centro, o que por si só será um benefício para a Cidade como um todo.

A interligação entre os dois lados do Rio Tietê já estava prevista no PL Substitutivo, com a a interligação dos dois lados do Rio Tietê.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA TEM ÚLTIMA AUDIÊNCIA PÚBLICA

SITE DA CÂMARA:
Operação Urbana Água Branca tem última audiência pública - Veja áudio com o vereador no final da gravação. (foto Cláudia Martins)

Foto: Cláudia Martins

A Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente realizou na noite da quinta-feira, dia 13/set.2013, a última Audiência Pública para discutir o Projeto de Lei 505/12 que estabelece novas diretrizes gerais, específicas e mecanismos para a implantação da Operação Urbana Água Branca, que vai promover a reurbanização dos bairros nos perímetros de grandes avenidas.

Confira matéria da Web Rádio Câmara:http://www.camara.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16812%3Aaudiencia-publica-debate-a-operacao-urbana-agua-branca&catid=34%3Acomissoes&Itemid=91

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

VER. PAULO FRANGE FALA SOBRE OS AVANÇOS DO SUBSTITUTIVO AO PL DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA EXPANDIDA

Fotos: Cláudia Martins
O vereador Paulo Frange deu entrevista pouco antes da última audiência pública sobre o Projeto de Lei da Operação Água Branca Expandida, nesta quinta-feira, dia 12/set.2013. Frange disse que o Substitutivo apresentado contém 80 por cento das sugestões dos participantes das audiências e suas entidades representativas, assim como, os anseios dos vereadores da Comissão de Política Urbana, responsável pela condução do processo.

Frange disse que ainda que o Substitutivo poderia chegar mas próximo do ideal, mas que já dá para votar. A razão principal, explicou, é que, enquanto não é aprovado o PL, fica valendo a Lei antiga, e quem perde é o povo. Porquê? Frange respondeu: o mercado imobiliário está comprando com base na lei antiga. Em 18 anos se vendeu certificados de construção no valor de R$320 milhões e, agora, em três meses, foram vendidos outros R$300 milhões, se demorar muito, não terá o que vender...

As diferenças entre a lei da Operação antiga e a Expandida, em pauta, são muitas. Um exemplo, pela antiga, deve- construir apenas 600 moradias populares, pela Operação Urbana Água Branca Expandida, será destinado, para tal fim, 25 por cento do valor arrecadado.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

VER. PAULO FRANGE APRESENTA SUBSTITUTIVO EM AUDIÊNCIA PÚBLICA DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA


O vereador Paulo Frange (PTB), vice-presidente da Comissão de Política Urbana, apresentou na quinta-feira, dia 22/agosto/2013, em Audiência Pública da Câmara Municipal, ocorrida no auditório da Uninove, Barra Funda, o seu substitutivo ao PL 505/2012, do Executivo, onde sintetizou ainda as sugestões dos demais vereadores desta comissão.

A Operação Urbana Consorciada Água Branca é um conjunto de medidas propostas pela Prefeitura para adensar a região da Barra Funda/ Água Branca, já que é a área com menor ocupação populacional amplamente urbanizada e bem servida de transporte público e de outras melhorias da Capital.

O vereador Paulo Frange fez uma explanação concisa e clara, utilizando-se do retroprojetor, destacando as concordâncias entre os substitutivos dos vereadores, que  buscaram contemplar o maior número de sugestões das entidades e lideranças da Zona Oeste. A presidente da Associação Amigos da Vila Pompéia, Maria Antonietta, elogiou a explanação de Frange, que, pelas suas palavras, foi a que mais considerou os apelos populares.


DOS OBJETIVOS

Em sua exposição o vereador Paulo Frange informou que o substitutivo buscou definir os objetivos da OUCAB, que é: promover a adequação do conjunto de infraestruturas necessárias para dar suporte ao adensamento populacional proposto e ao desenvolvimento econômico e aumento de empregos na região, solucionar os problemas de inundações em seu perímetro e também produzir unidades habitacionais de interesse social para o atendimento da demanda existente no perímetro da Operação. 
Dentre os acréscimos propostos está o de rever a concessão de terrenos municipais para que estejam livres e desimpedidos para implantação de parques e demais equipamentos públicos, na vigência desta lei, como é o caso dos Centros de Treinamentos do S. Paulo FC e SE Palmeiras. 


SOBRE OS RECURSOS

Sobre os recursos, ficou definido que a OUCAB deverá trabalhar com três contas. Uma para concentrar os recursos provenientes da primeira Operação Urbana (LEI Nº 11.774/1995), e cujo saldo deverá ser gasto dentro do primeiro perímetro e não no total do atual PL, que teve a sua área expandida para o outro lado do Rio Tietê.
Uma segunda conta concentrará os recursos referentes à arrecadação a ser obtida através da venda de CEPAC’s – que são certificados para construção adicional, utilizados como meio de pagamento de contrapartida para construir acima do padrão local. E a terceira conta será exclusiva para os recursos destinados aos investimentos em habitação de interesse social. 

O texto, diz que o Executivo ficará autorizado a emitir 2.190.000 CEPAC’s, sendo o valor mínimo estabelecido para cada CEPAC de R$1.400,00 e R$ 1.600,00, dependendo da categoria.


MORADIAS POPULARES

Ficou definida pelos vereadores a construção de, no mínimo, 630 unidades habitacionais de interesse social, dentro do perímetro primeira da operação urbana, com atendimento preferencial dos moradores das favelas Aldeinha e do Sapo – um dívida da primeira Operação, onde deverão ser usados os recursos da conta referente. Incluir nos recursos da lei nº 11.774/1995 a reforma do conjunto habitacional água branca e priorizar os atingidos pela reurbanização das favelas da área.

Um ganho popular foi a ampliação da proposta original, de 15%, para 30%, no mínimo, 30% do total dos recursos arrecadados, serem destinados à habitação de interesse social e a garantia de sua execução através de uma conta segregada. De longe a proposta mais aplaudida pelas mais de 500 pessoas presentes na noite desta apresentação. 


DRENAGEM/ TRANSPOSIÇÃO

Outros itens do substitutivo é a realização de obras de drenagem dos córregos Água Preta e Sumaré, desde a cabeceira; prolongamento da Av. Auro Soares de Moura Andrade, , paralelamente à Avenida Francisco Matarazzo; implantação de equipamentos sociais e urbanos necessários ao adensamento da região, sendo no mínimo 8 creches, 2 EMEI, 2 EMEF, 1 Escola de Ensino Médio e 2 UBS 

Foi mantidas do PL original a construção de transposições (passarelas) sobre o rio Tietê, não conectadas às vias marginais expressas ou locais, apenas para pedestres e meios não motorizados, embora um dos vereadores (Nabil Bouduki) tenha sugerido a inclusão de acesso para transporte coletivo.
No substitutivo, o vereador Paulo Frange propõe que seja mantida 30% de taxa de permeabilidade e acrescentar a obrigatoriedade de caixa de retenção (piscininhas) pois a área é de brejo e deve-se ter cuidado com as inundações. Foi sugerido ainda que os terreno deverão ter no máximo 10 mil m2, e, acima disto deverão ser desmembrados. 


MELHORANDO O PL DO EXECUTIVO

Enfim, a contribuição de Paulo Frange e demais vereadores da Comissão de Políticas Urbanas ao PL do Executivo é melhorá-lo, assim como acrescentar as sugestões da população recolhidas nas Audiências Públicas ocorridas e assim garantir a execução dos melhoramentos públicos e das contrapartidas à verticalização que ocorrerá nesta região.


Nesta sexta-feira (23/ago.) o seu substitutivo estará disponível no site: www.paulofrange.com.br

terça-feira, 20 de agosto de 2013

VER. PAULO FRANGE APRESENTOU SUBSTITUTIVO PARA MELHORAR O PL DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA

Foto: Cláudia Martins
Audiências Públicas programadas pela Comissão de Política Urbana, antes do encaminhamento do novo texto para a votação final em plenário - e relativas ao Projeto de lei 505/2012, do Executivo, já aprovado em primeira votação - estão em sua fase final.

A primeira reunião, das duas finais, ocorreu na segunda-feira, dia, dia 19/agosto, com a presença de cerca de mil pessoas e de vereadores desta Comissão, no Memorial da América latina, entre eles o vereador Paulo Frange, que apresentou substituto ao PL do Executivo, com modificações ou acréscimo de propostas. A última de todas as Audiências acontece no dia 22/ago.2013, no auditório da Uninove, Barra Funda.
O vereador Paulo Frange (PTB) é crítico da primeira Operação Urbana Água Branca, pois gerou grande valorização imobiliária dentro do perímetro, sem contrapartidas para o bairro. Os valores arrecadados permaneceram em caixa e só começaram a ser usado agora, com o início das obras de mitigação do problema das enchentes nas proximidades do Sesc Pompéia, com construção de galerias subterrâneas para o córregos canalizados que por ali passam e que foram iniciadas neste mês pelo prefeito Fernando Haddad.
RESUMO DOS SUBSTITUTIVOS PROPOSTOS
Vereadores da Comissão de Política Urbana, entre eles o vice-presidente da Comissão, vereador Paulo Frange, propuseram alterações ao PL original, através de Emendas, algumas coincidentes, outras não, mas com diferenças pequenas. Em síntese, os principais tópicos dos substitutivos foram os seguintes:

CEPAC’S: 
Aumenta de R$1,4 mil para R$1,6 mil o valor de cada metro quadrado adquirido por meio de Cepac’s – que são certificados que autorizam a construção de edificações acima do potencial construtivo local. A previsão de arrecadação total é de R3,84 bilhões.

HOSPITAIS
O vereador Paulo Frange propôs que na área da Operação Urbana haja incentivo à construção de hospitais privados, através de Cepacs mais baratos, trazendo assim mais serviços privados de saúde aos quem têm planos de saúde para mais perto da região Norte/Oeste. Sabe-se que muitas pessoas com planos de saúde usam unidades de saúde públicas por falta de hospitais particulares próximos.

INTERVENÇÃO
Obriga a S.E. Palmeiras a construir passarela entre a nova Arena em construção e a Av. Francisco Matarazzo.

MORADIA POPULAR 
Destina 30% dos recursos arrecadados para investimento em moradia popular, no PL original constava 15% para HIS - Habitação de Interesse Social.

VERTICALIZAÇÃO
Prevê o adensamento da região, com a permissão de construção de mais de 2,4 milhões de metros quadrados na área da Operação. O vereador Paulo Frange propôs que as moradias populares sejam construídas paralelamente à arrecadação, a medida em que os recursos entrem.

URBANIZAÇÃO
A Operação foi expandida e contempla agora bairros do outro lado do Rio Tietê, como Freguesia do Ó, Bairro do Limão e Casa Verde. Estão previstas passarelas de acesso sobre o Rio Tietê, mas apenas para pedestres e bicicletas. Também 17 favelas no total, ganharão benfeitorias, a maioria delas do lado a jusante, que serão urbanizadas.

COMÉRCIO
O bairro que nascerá nesta área, entre os trilhos dos trens e o Rio Tietê, entre Água Branca e Barra Funda, terá ruas comerciais e residenciais, com o uso misto da área.

EQUIPAMENTOS PÚBLICOS
O Projeto do Executivo não previa a construção de equipamentos públicos, agora prevê: 8 creches, 2 Emeis, 2 Emefs, 1 escola de ensino médio e 2 UBS integrais.


terça-feira, 13 de agosto de 2013

VER. PAULO FRANGE DEFENDE REDUÇÃO EM 50% O VALOR DE CEPAC PARA EDIFICAÇÕES HOSPITALARES NA ÁREA DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA


Vereador Paulo Frange
O vereador Paulo Frange, Líder do PTB na Câmara Municipal, propôs em seu substituto ao PL 505/2012 do Executivo, que trata da Operação Urbana Consorciada Água Branca – OUCAB - (Expandida) a redução de 50% do valor da CEPAC para edificações hospitalares no perímetro da OUCAB. Leia o Editorial do jornal “O Estado de S. Paulo”, que tem o título : “O déficit de leitos hospitalares”, de 4/08/2013, para entender melhor a proposta de Frange.

CEPAC é o Certificado de Potencial Adicional de Construção, um título imobiliário comercializado na Bolsa de Valores ou Mercado de Balcão Organizado, utilizado para pagamento pelo potencial adicional de construção.

ACESSE, OU LEIA, ABAIXO.

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04 de agosto de 2013 - Editorial de O Estado de S.Paulo

O déficit de leitos hospitalares

Enquanto o governo federal gasta tempo e energia com o seu polêmico programa Mais Médicos, os verdadeiros problemas da saúde - a falta de leitos hospitalares e a desatualização da tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) - continuam a se agravar. A ausência de médicos em regiões carentes - seja por falta desses profissionais, como pretende o governo, seja por sua má distribuição - é uma questão menor, se comparada com o risco de colapso do sistema de saúde, que pode ocorrer se não for enfrentada com determinação a crise por que passam os hospitais.


Os dados de um levantamento realizado pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), publicados pelo jornal Valor, são altamente preocupantes. Eles permitem montar dois cenários. No mais otimista, se o crescimento do número de clientes dos planos de saúde for de 2,1% ao ano, serão necessários pelo menos 13,7 mil novos leitos até 2016, com investimentos estimados de R$ 4,3 bilhões. Essa projeção considera o desempenho do setor no ano passado, de 2,1%, o menor registrado nos últimos sete anos.

Se a tarefa já é difícil nessas bases, a situação se complica ainda mais no cenário em que se considera a média de crescimento do setor nos últimos cinco anos, que foi de 4,1%. Nesse caso, que é o mais realista, a necessidade de novos leitos sobe para 23,2 mil, com investimento de R$ 7,3 bilhões. Consulta feita pelo Valor junto a 20 grupos hospitalares revelou que eles planejam abrir apenas 4,3 mil leitos até 2016, isto é, pouco menos de um terço do necessário no melhor cenário.

Em vez de aumentar, acompanhando a demanda, o número de leitos nos hospitais públicos e privados diminuiu de 453.724 para 448.954 (4.770 a menos), entre 2007 e 2012. Atualmente, o Brasil tem 2,3 leitos por mil habitantes, taxa inferior à do padrão estabelecido pela Organização Mundial da Saúde, que vai de 3 a 5.

Como se chegou a essa situação? Nos últimos cinco anos foram fechados 286 hospitais, o que agravou o déficit que já se acumulava. A maior parte deles - lembra o presidente da Anahp, Francisco Balestrin - era de hospitais que atendiam pacientes do SUS e dos planos de saúde. "Eram hospitais pequenos, normalmente localizados no interior ou na periferia, que precisavam do SUS como complemento de receita", diz ele. Aí está uma das causas principais da crise da saúde no Brasil - a defasagem da tabela de procedimentos do SUS, que cobre apenas 60% dos custos.

Não há como sobreviver por muito tempo nessas condições e a prova está aí. As Santas Casas e os hospitais filantrópicos têm conseguido resistir graças a atos de benemerência, ao endividamento junto aos bancos, cujas taxas de juros são o que todos sabem, e a medidas emergenciais de socorro adotadas de tempos em tempos pelo governo. Uma situação que não pode mais durar, pois chega a seu limite. Essas entidades já estão se aproximando perigosamente da situação sem saída em que se viram aqueles 286 hospitais.

Como elas são responsáveis por 45% das internações do SUS e 34% dos leitos hospitalares do País, é evidente que seu eventual colapso será também o de todo o sistema de saúde pública. Há muito tempo que sucessivos governos lidam de maneira irresponsável com esse problema, acreditando que haverá sempre um "jeitinho" - com uma ajudazinha aqui e outra ali - de evitar a falência das Santas Casas e dos hospitais filantrópicos. Mas, como o dinheiro referente aos 40% dos custos que o SUS não cobre não cai do céu, o tempo está se esgotando. A melhor prova disso - se é que alguma prova ainda era necessária - é o fechamento dos 286 hospitais que dependiam do SUS.

Para sair da grande crise que se avizinha, é indispensável começar a rever logo a tabela do SUS. Ao mesmo tempo, é preciso também encontrar formas de financiamento a longo prazo para a construção de novos hospitais, como defende Balestrin, o que depende do governo. No ponto a que se chegou, ou se age com rapidez ou as consequências serão desastrosas.

terça-feira, 2 de julho de 2013

VER. PAULO FRANGE DEFENDE MAIS CONSTRUÇÕES POPULARES NA ÁREA DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA

Ver. Paulo Frange presidindo reunião de Audiência Pública
Foto: Cláudia Martins
O vereador Paulo Frange (PTB) participou de mais uma Audiência Pública sobre o Projeto de Lei – PL 505-2012 - que trata da Operação Urbana Água Branca Expandida, nesta segunda-feira à noite, dia 24/06/2013, na Câmara Municipal de S. Paulo, quando esteve presente Gustavo Partezani, diretor da São Paulo Urbanismo, para esclarecer e defender o PL do Executivo, que atualiza a Operação Urbana Água Branca anterior. Na nova versão foi incluída área localizada do lado oposto do Rio Tietê e alterou a forma de venda de estoques construtivos.


O vereador Paulo Frange disse que prepara Substitutivo ao PL original, assim como outros vereadores. Defendeu, por exemplo, o aumento no índice previsto de construção de Habitação de Interesse Social (HIS), de 15 para 20% do total do valor arrecadado, e que as construções das casas populares comecem proporcionalmente à arrecadação de *CEPAC, sem esperar o final da Operação, como ocorreu na primeira Operação.

Cobrou também o início da construção de 660 unidades de HIS devidas, da primeira Operação, e que não aconteceram até agora, embora já tenha terminado o período de arrecadação; outro ponto defendido pelo vereador Paulo Frange foi a adoção da Lei das Piscininhas (melhorada), ou seja, que cada edificação nova construída na área da Operação Urbana Expandida tenha reservatório subterrâneo, para amenizar o fator enchente, já que a área é de várzea.

O vereador Paulo Frange quer ver incluído no Substitutivo, no item do PL original, que refere-se a incentivos às edificações com área de fruição nas novas edificações, que esse incentivo aconteça somente quando a área de fruição for feita no andar térreo.

Entende-se por fruição em edificações a área livre entre prédios, quando de uso comum, sem muros ou outras barreiras, e de livre acesso.

Outra questão que defendeu foi maior clareza no que se refere a interligação entre os dois lados do Rio Tietê, que embora conste do projeto que será feita através de passarelas (privilegiando pedestres e bicicletas) e não por ponte, o que consumiria todos os recursos e priorizaria o uso de automóveis.
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*Os CEPAC (Certificados de Potencial Adicional de Construção) são valores mobiliários emitidos pela Prefeitura do Município de São Paulo, através da SP URBANISMO, utilizados como meio de pagamento de Contrapartida para a outorga de Direito Urbanístico Adicional dentro do perímetro de uma Operação Urbana Consorciada. Cada CEPAC equivale a determinado valor de m2 para utilização em área adicional de construção ou em modificação de usos e parâmetros de um terreno ou projeto.