De acordo com a apresentação, as premissas visam priorizar o público que utiliza os equipamentos de transporte já existentes, diversificar a atividade econômica, aproximar moradia e emprego, e aperfeiçoar os equipamentos instalados. Os recursos gerados na Operação já ultrapassam R$ 72 milhões.
Chammas ressaltou que “a revisão da lei depende uma série de estudos, e, desde 2007, a Prefeitura tem se esforçado para realizar estudos de drenagem, do sistema viário e de áreas verdes, para posteriormente apresentar outro projeto de lei.” Chammas ainda reiterou que no site da Emurb todos os protocolos e contratos podem ser encontrados, pois “a intenção é dar a maior transparência possível a respeito do assunto.” Ainda de acordo com ele, o objetivo “é consolidar todos os estudos já feitos.”
O objetivo geral é promover o desenvolvimento urbano e melhorar a qualidade de vida dos atuais e dos futuros moradores da região da Água Branca, promovendo a valorização da paisagem urbana, a melhoria da infra-estrutura e da sua qualidade ambiental.
Durante esse período, o vereador PAULO FRANGE vem brigando para o seu cumprimento da Operação e, pedindo atenção do Poder Público.
Depois de 14 anos, quase nada foi feito. Em 29 de abril de 2009, os vereadores da Comissão de Política Urbana, na qual PAULO FRANGE é membro, convocaram a EMURB (Empresa Municipal de Urbanização), órgão que coordena a Operação Urbana Água Branca, para prestar esclarecimentos. Apesar das mudanças que a região sofreu ao longo do tempo nenhuma mudança foi realizada no projeto inicial. Contudo, a EMURB concordou com a necessidade de apresentação de um novo projeto de lei com atualizações. E comprometeu-se em enviar à Câmara Municipal ainda no primeiro semestre deste ano.
“Entretanto, apresentei quatro indicações encaminhadas à Secretaria da Habitação, Secretaria de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Urbano e ao Prefeito de São Paulo, no qual pugnei pelo encaminhamento de novo projeto sobre a Operação Água Branca em caráter de urgência, bem como solicitei a suspensão em todas as instâncias de aprovação de projetos/plantas na referida região, tendo em vista que a iniciativa privada vem promovendo a rápida aprovação de plantas no entorno, o que certamente tornaria em vão a apreciação e cotação de novo projeto.”, relata o vereador PAULO FRANGE.
Nenhum comentário :
Postar um comentário