
Após o recesso, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura deficiências na Coordenadoria de Fiscalização em Saúde (Covisa) voltou nesta terça-feira (03/08) com o depoimento do Sr. Valdecir Cristino Papaziss, Diretor da Divisão Técnica de Educação e Divulgação/ Coleta Seletiva da Limpurb, o Sr. Szymon Gartenkraut da Covisa e Vera Lúcia Anacleto Cardoso Allegro, gerente da Vigilância em Saúde Ambiental.
PAULO FRANGE questionou as condições de trabalho dos funcionários da Limpurb. “As condições de trabalho dos empregados de limpeza pública é absolutamente subumana”, denunciou o vereador.
Frange também discutiu a demora no atendimento quando há quase uma década propôs um projeto de lei com o objetivo de proporcionar mais qualidade de trabalho à categoria. “Quando surgiu a Lei da Concessão em 2002, o meu projeto deixou de valer porque tínhamos agora as concessionárias do serviço de limpeza urbana”, disse. “Mas as concessionárias também não tem investido na qualidade do atendimento as necessidades dos trabalhadores.”

Na ocasião, o vereador também manifestou preocupação com a atual situação das cooperativas de reciclagem. “Primeiro, o problema é na colocação do lixo nas esteiras, onde a triagem é feita por trabalhadores, a maioria sem luvas”, disse. “Além disso, se alimentam em ambientes abertos, onde a refeição é preparada ao lado do lixo que está sendo manipulado. Os trabalhadores correm o risco de serem contaminados por produtos particulados, bactérias e vírus”, finalizou.
PAULO FRANGE aproveitou para propor às empresas um cronograma de trabalho.
Créditos das fotos: Ana Cláudia Sacomani - Assessora de imprensa
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